Mundo do rock

Sepultura: “Estamos banidos de tocar na China por causa de nossas letras”, lamenta Andreas Kisser

Ouvir bandas de tal gênero musical pode gerar cadeia àqueles que ousam desafiar as leis desses países

Foto de RockBizz

RockBizz

26 de março de 2025

Facebook
WhatsApp
Telegram

Mundo do rock

Sepultura: “Estamos banidos de tocar na China por causa de nossas letras”, lamenta Andreas Kisser

Ouvir bandas de tal gênero musical pode gerar cadeia àqueles que ousam desafiar as leis desses países

Foto de RockBizz

RockBizz

26 de março de 2025

WhatsApp
Facebook

O heavy metal é um estilo musical bastante popular nos quatro cantos do planeta! É possível ver adoradores dos riffs de guitarra, dos vocais poderosos e das linhas percussivas bombásticas de norte a sul do globo terrestre.

Mesmo assim, o nosso querido metal encontra algumas barreiras em seu caminho a ponto de ser considerado um crime em países como Irã e Egito. Ouvir bandas de tal gênero musical pode gerar cadeia àqueles que ousam desafiar as leis desses países.

Trocando uma ideia amistosa com as jornalistas Dora Guerra e Juliene Moretti, do G1, o líder e guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, comentou que eles estão banidos de tocar na China por causa das letras de suas músicas.

“O heavy metal é muito família! É o estilo mais popular do mundo! O Sepultura já tocou em mais de oitenta países em quarenta anos de história. Nós já fomos para Geórgia, Israel e Armênia. O Irã é proibido o metal.

Fiquei sabendo que estamos banidos na China por causa das nossas letras! No Líbano, nós não pudemos tocar por questões religiosas, mas tem fã de heavy metal lá. Não à toa a gente estava lá para tocar. Tinha mais de duas mil pessoas para nos ver, mas os caras cancelaram o show no último momento”.

O guitarrista arrematou em tom afirmativo e debochado: “Heavy metal sempre abordou esses assuntos de guerra! O heavy metal não fala só sobre dragões e fogo”.

Créditos: RockBizz

Foto: RockBizz

Últimas Notícias

Associações de magistrados rebatem declaração de Dino sobre o Judiciário

O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual

Cármen Lúcia lamenta descrença nas instituições em meio à crise no STF

A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes

Lula tenta se distanciar de crise com Moraes e diz que não o indicou à Corte

O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023

Siga nos

Leia também

O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual

A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes

O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023

A manifestação foi uma reação à sessão extraordinária que terminou sem uma definição sobre investigar ou não o ministro Alexandre de Moraes

Em outra postagem Lula escolheu a imagem de um cemitério durante a pandemia e em outra, uma fila de pessoas em uma agência de emprego, com duas fotografias de Bolsonaro para vincular os assuntos

Segundo informações da agência EFE, a missão avaliou a situação dos direitos humanos no país desde a captura do ditador Nicolás Maduro em uma operação militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro. Ele foi substituído pela ditadora interina Delcy Rodríguez, aliada do governo Donald Trump

No início do mês, Milei anunciou sanções a empresas que explorarem recursos naturais nas Ilhas Malvinas, além da construção de uma base naval integrada na província da Terra do Fogo para aumentar a pressão militar de Buenos Aires nessa disputa

Rolar para cima

Inscrição feita com sucesso!