Notícias Mundo

Suspeito de matar funcionários da embaixada de Israel não estava no radar da polícia

No entanto, uma investigação será conduzida para verificar se o atentado tem "ligações com possíveis atos terroristas" e se o motivo foi baseado em um "crime de ódio"

Gazeta do Povo

22 de maio de 2025

Facebook
WhatsApp
Telegram

Notícias Mundo

Suspeito de matar funcionários da embaixada de Israel não estava no radar da polícia

No entanto, uma investigação será conduzida para verificar se o atentado tem "ligações com possíveis atos terroristas" e se o motivo foi baseado em um "crime de ódio"

Gazeta do Povo

22 de maio de 2025

WhatsApp
Facebook

A polícia de Washington afirmou nesta quinta-feira (22) que não recebeu nenhuma informação e não suspeitava que pudesse ocorrer um ataque como o que matou nesta quarta-feira (21) Yaron Lischinsky e Sarah Milgrim, funcionários da embaixada israelense nos Estados Unidos.

A chefe de polícia de Washington, Pamela Smith, disse aos repórteres algumas horas após o ataque que seu departamento não havia recebido informações “sobre qualquer tipo de ato terrorista ou crime de ódio”, quando questionada se tinham alguma indicação de que tal crime pudesse ocorrer.

A polícia também esclareceu que o suspeito não tinha antecedentes criminais que sugerissem que poderia cometer um ataque como esse. No entanto, uma investigação será conduzida para verificar se o atentado tem “ligações com possíveis atos terroristas” e se o motivo foi baseado em um “crime de ódio”.

Em seu pronunciamento, Smith destacou que a polícia acredita que o ataque a tiros foi cometido por uma única pessoa e que o suspeito, a quem identificou como Elias Rodriguez, de 30 anos e residente de Chicago, foi visto rondando o Museu Judaico, onde o crime ocorreu, pouco antes dos disparos.

Além disso, confirmou que o suspeito disparou um tiro e gritou “Palestina livre” após o ataque.

Segundo o boletim de ocorrência, divulgado pela imprensa americana, os dois mortos eram funcionários da embaixada israelense e saíam do Museu Judaico em Washington após participarem de um evento organizado pelo Comitê Judaico Americano quando foram baleados.

De acordo com a chefe de polícia de Washington, ambos foram encontrados inconscientes e sem respirar no local do tiroteio. Após os disparos, o atirador entrou no museu, onde foi detido por agentes de segurança. Mais tarde, sinalizou onde jogou a arma e ela foi recuperada.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira que o ataque contra dois membros da embaixada israelense no país foi “obviamente” fruto do antissemitismo.

“Esses assassinatos horríveis em Washington, D.C., obviamente baseados no antissemitismo, precisam acabar, AGORA! Ódio e radicalismo não têm lugar nos EUA. Meus pêsames às famílias das vítimas. É muito triste que coisas assim aconteçam. Deus abençoe a TODOS!” escreveu Trump em sua rede social própria, a Truth Social.

Por sua vez, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, declarou que “foi um ato descarado de violência covarde e antissemita”.

Créditos: Gazeta do Povo

Foto: EFE/EPA/WILL OLIVER

 

Últimas Notícias

Associações de magistrados rebatem declaração de Dino sobre o Judiciário

O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual

Cármen Lúcia lamenta descrença nas instituições em meio à crise no STF

A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes

Lula tenta se distanciar de crise com Moraes e diz que não o indicou à Corte

O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023

Siga nos

Leia também

O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual

A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes

O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023

A manifestação foi uma reação à sessão extraordinária que terminou sem uma definição sobre investigar ou não o ministro Alexandre de Moraes

Em outra postagem Lula escolheu a imagem de um cemitério durante a pandemia e em outra, uma fila de pessoas em uma agência de emprego, com duas fotografias de Bolsonaro para vincular os assuntos

Segundo informações da agência EFE, a missão avaliou a situação dos direitos humanos no país desde a captura do ditador Nicolás Maduro em uma operação militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro. Ele foi substituído pela ditadora interina Delcy Rodríguez, aliada do governo Donald Trump

No início do mês, Milei anunciou sanções a empresas que explorarem recursos naturais nas Ilhas Malvinas, além da construção de uma base naval integrada na província da Terra do Fogo para aumentar a pressão militar de Buenos Aires nessa disputa

Rolar para cima

Inscrição feita com sucesso!