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Reino Unido quer restringir vistos para países que se recusam a repatriar imigrantes ilegais

A decisão ocorre em meio a forte pressão interna sobre a imigração, já que mais de 30 mil pessoas chegaram ao Reino Unido em pequenas embarcações pelo Canal da Mancha em 2025, um recorde para este período do ano

Gazeta do Povo

8 de setembro de 2025

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Reino Unido quer restringir vistos para países que se recusam a repatriar imigrantes ilegais

A decisão ocorre em meio a forte pressão interna sobre a imigração, já que mais de 30 mil pessoas chegaram ao Reino Unido em pequenas embarcações pelo Canal da Mancha em 2025, um recorde para este período do ano

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8 de setembro de 2025

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O governo do Reino Unido, liderado pelo Partido Trabalhista de Keir Starmer, anunciou que poderá restringir a concessão de vistos a países que se recusarem a repatriar imigrantes ilegais que forem deportados.

A medida foi confirmada nesta segunda-feira (8) pela nova secretária do Interior, Shabana Mahmood, após reunião em Londres com os aliados da chamada aliança de inteligência Five Eyes — Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

“Para países que não colaboram, isso pode significar o corte de vistos no futuro. Esperamos que joguem conforme as regras: se um cidadão seu não tem direito de estar em nosso país, precisa ser levado de volta”, disse Mahmood.

A decisão ocorre em meio a forte pressão interna sobre a imigração, já que mais de 30 mil pessoas chegaram ao Reino Unido em pequenas embarcações pelo Canal da Mancha em 2025, um recorde para este período do ano.

“Tenho uma prioridade neste cargo, e ela é proteger as fronteiras. Farei o que for necessário. Não sou do tipo que fica esperando”, disse Mahmood.

O encontro em Londres também contou com a presença da secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, próxima do presidente Donald Trump e defensora de uma linha dura contra a imigração. Segundo ela, os países do grupo concordaram em compartilhar informações sobre o histórico criminal de migrantes e cooperar contra cartéis que utilizam redes sociais e tecnologia para promover travessias ilegais.

Créditos: Gazeta do Povo

Foto: ANDY RAIN/EFE/EPA

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