- Inicio
- Notícias Brasil - Política - Últimas Notícias
- Relator do PL Antifacção no Senado promete “revisão técnica” de texto aprovado na Câmara
Notícias Brasil
Relator do PL Antifacção no Senado promete “revisão técnica” de texto aprovado na Câmara
A expectativa é de que o relatório fique pronto ainda neste mês e vá para a análise do plenário antes do encerramento do ano legislativo
Gazeta do Povo
19 de novembro de 2025
- Inicio
- Notícias Brasil - Política - Últimas Notícias
- Relator do PL Antifacção no Senado promete “revisão técnica” de texto aprovado na Câmara
Notícias Brasil
Relator do PL Antifacção no Senado promete “revisão técnica” de texto aprovado na Câmara
A expectativa é de que o relatório fique pronto ainda neste mês e vá para a análise do plenário antes do encerramento do ano legislativo
Gazeta do Povo
19 de novembro de 2025
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou que o Senado fará uma revisão completa do PL Antifacção antes da votação final e com a possibilidade de mudar trechos do texto aprovado pela Câmara, na véspera, com 370 votos favoráveis a 110 contra. A expectativa é de que o relatório fique pronto ainda neste mês e vá para a análise do plenário antes do encerramento do ano legislativo.
O texto aprovado na Câmara foi a sexta versão proposta pelo relator, o deputado Guilherme Derrite (PP-SP), em cima do projeto original enviado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e ainda com mudanças criticadas pelo Palácio do Planalto. A proposta endurece as penas contra facções criminosas como o PCC e o Comando Vermelho, mas altera a destinação dos recursos apreendidos do crime organizado.
“A gente vai fazer agora a revisão técnica desse texto. Vamos verificar questões de técnica legislativa, de constitucionalidade. Existem alguns pontos de dúvida. E, no mérito, a grande questão será a garantia do financiamento integral da Polícia Federal”, afirmou Vieira.
Vieira afirmou que essa revisão será feita com “menos pirotecnia” do que foi na Câmara e que procurará especialistas e representantes de órgãos envolvidos, com a realização de uma audiência pública prevista para a próxima semana.
“O texto exige ajustes, e são ajustes de mérito. Existem ajustes que se pedem, inclusive partindo da própria Câmara dos Deputados, como é o caso do tipo penal que foi descrito com relação a quem abriga criminosos faccionados”, disse o senador reforçando que o objetivo é evitar interpretações imprecisas e reforçar a segurança jurídica.
Alessandro Vieira ainda descartou a preocupação com o eventual retorno do projeto à Câmara caso o Senado altere dispositivos sensíveis, dizendo que o presidente da casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), garantiu rapidez em uma eventual segunda análise.
“A preocupação maior é garantir um texto qualificado. O próprio presidente Hugo Mota tem o compromisso de receber esse texto e dar celeridade, na hipótese de ter alterações de mérito. E elas são prováveis”, declarou o senador.
Também destacou que o diálogo com o governo está funcionando de forma estável, apesar das divergências políticas que marcaram a tramitação inicial. Para ele, “não há dificuldade nenhuma” e que o governo “se apegou muito a narrativas, uma parte da oposição da mesma forma”.
“Agora colocamos, como se diz no futebol, a bola no chão para fazer a rodada de forma mais tranquila”, completou.
Após a votação na Câmara, a ministra Gleisi Hoffmann (PT), das Relações Institucionais, criticou a aprovação e afirmou que Derrite fez uma “lambança legislativa” que beneficiará as facções.
Créditos: Gazeta do Povo
Últimas Notícias
Associações de magistrados rebatem declaração de Dino sobre o Judiciário
O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual
Cármen Lúcia lamenta descrença nas instituições em meio à crise no STF
A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes
Lula tenta se distanciar de crise com Moraes e diz que não o indicou à Corte
O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023
Siga nos
Leia também
O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual
A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes
O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023
A manifestação foi uma reação à sessão extraordinária que terminou sem uma definição sobre investigar ou não o ministro Alexandre de Moraes
Em outra postagem Lula escolheu a imagem de um cemitério durante a pandemia e em outra, uma fila de pessoas em uma agência de emprego, com duas fotografias de Bolsonaro para vincular os assuntos
Segundo informações da agência EFE, a missão avaliou a situação dos direitos humanos no país desde a captura do ditador Nicolás Maduro em uma operação militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro. Ele foi substituído pela ditadora interina Delcy Rodríguez, aliada do governo Donald Trump
No início do mês, Milei anunciou sanções a empresas que explorarem recursos naturais nas Ilhas Malvinas, além da construção de uma base naval integrada na província da Terra do Fogo para aumentar a pressão militar de Buenos Aires nessa disputa