Notícias Mundo

EUA vão dar mais de US$ 2 mil para imigrantes ilegais que deixarem o país voluntariamente

A política faz parte da estratégia do governo para estimular a chamada “autodeportação”, sem necessidade de ações coercitivas

Gazeta do Povo

22 de janeiro de 2026

Facebook
WhatsApp
Telegram

Notícias Mundo

EUA vão dar mais de US$ 2 mil para imigrantes ilegais que deixarem o país voluntariamente

A política faz parte da estratégia do governo para estimular a chamada “autodeportação”, sem necessidade de ações coercitivas

Gazeta do Povo

22 de janeiro de 2026

WhatsApp
Facebook

O governo dos Estados Unidos vai aumentar para US$ 2.600 o incentivo financeiro oferecido a imigrantes que estão no país de forma irregular e optarem por deixar o território americano de maneira voluntária, segundo informou nesta quarta-feira (21) o Departamento de Segurança Nacional (DHS).

De acordo com o comunicado oficial, o valor do incentivo – que até então era de US$ 1.000 – foi elevado e descrito pelo DHS como um “presente” pelo aniversário da posse do presidente Donald Trump. A política faz parte da estratégia do governo para estimular a chamada “autodeportação”, sem necessidade de ações coercitivas.

Segundo o DHS, desde janeiro de 2025, 2,2 milhões de pessoas em situação migratória irregular teriam deixado os Estados Unidos voluntariamente. A pasta afirma ainda que “dezenas de milhares” desses casos ocorreram por meio do aplicativo da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP), utilizado para registrar a saída do país.

O Departamento de Segurança Nacional informou ainda que, desde o início do atual mandato de Trump, 622 mil pessoas foram deportadas até dezembro do ano passado. Esse dado também foi contestado por uma análise recente do centro de estudos Brookings, que estimou o número real de expulsões entre 310 mil e 350 mil.

Créditos: Gazeta do Povo

Foto: CHRIS KLEPONIS/EFE/Arquivo/POOL

Últimas Notícias

Associações de magistrados rebatem declaração de Dino sobre o Judiciário

O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual

Cármen Lúcia lamenta descrença nas instituições em meio à crise no STF

A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes

Lula tenta se distanciar de crise com Moraes e diz que não o indicou à Corte

O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023

Siga nos

Leia também

O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual

A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes

O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023

A manifestação foi uma reação à sessão extraordinária que terminou sem uma definição sobre investigar ou não o ministro Alexandre de Moraes

Em outra postagem Lula escolheu a imagem de um cemitério durante a pandemia e em outra, uma fila de pessoas em uma agência de emprego, com duas fotografias de Bolsonaro para vincular os assuntos

Segundo informações da agência EFE, a missão avaliou a situação dos direitos humanos no país desde a captura do ditador Nicolás Maduro em uma operação militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro. Ele foi substituído pela ditadora interina Delcy Rodríguez, aliada do governo Donald Trump

No início do mês, Milei anunciou sanções a empresas que explorarem recursos naturais nas Ilhas Malvinas, além da construção de uma base naval integrada na província da Terra do Fogo para aumentar a pressão militar de Buenos Aires nessa disputa

Rolar para cima

Inscrição feita com sucesso!