Notícias Brasil

Eduardo Bolsonaro tem 15 dias para se defender de acusação de abandono de cargo na PF

Segundo o documento, o prazo começa a contar a partir da publicação do edital. Caso não apresente manifestação dentro do período estabelecido, o processo pode seguir à revelia

Gazeta do Povo

16 de março de 2026

Facebook
WhatsApp
Telegram

Notícias Brasil

Eduardo Bolsonaro tem 15 dias para se defender de acusação de abandono de cargo na PF

Segundo o documento, o prazo começa a contar a partir da publicação do edital. Caso não apresente manifestação dentro do período estabelecido, o processo pode seguir à revelia

Gazeta do Povo

16 de março de 2026

WhatsApp
Facebook

A Polícia Federal (PF) concedeu prazo de 15 dias para que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) apresente defesa em um processo administrativo disciplinar que apura possível abandono de cargo na corporação. A citação foi publicada em edital no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (16).

Segundo o documento, o prazo começa a contar a partir da publicação do edital. Caso não apresente manifestação dentro do período estabelecido, o processo pode seguir à revelia.

A investigação foi aberta pela Corregedoria da PF para apurar faltas consideradas injustificadas do ex-parlamentar ao cargo de escrivão da corporação. De acordo com a instituição, ele teria se ausentado do serviço por mais de 30 dias consecutivos sem justificativa, situação que pode caracterizar abandono de função e resultar em demissão do serviço público.

O edital afirma ainda que Eduardo Bolsonaro se encontra atualmente em “lugar incerto e não sabido”. O ex-deputado vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025.

Ex-deputado tinha cargo de escrivão na PF

O procedimento administrativo foi instaurado em 27 de janeiro de 2026. Antes disso, a PF havia determinado que Eduardo retornasse ao cargo de escrivão, para o qual ingressou por concurso público em 2010.

Como ele não reassumiu as funções após o término do mandato parlamentar, as ausências passaram a ser registradas como faltas não justificadas.

O cargo ocupado por Eduardo Bolsonaro é vinculado a uma delegacia da Polícia Federal em Angra dos Reis (RJ).

Eduardo Bolsonaro se afastou e perdeu mandato em 2025

O ex-deputado havia se afastado da PF enquanto exercia o mandato na Câmara dos Deputados. Esse afastamento terminou após a perda do mandato, em dezembro de 2025, quando ele ultrapassou o limite de faltas permitido em sessões deliberativas da Casa.

Mesmo após a convocação para reassumir a função policial, Eduardo não retornou ao Brasil. A Polícia Federal chegou a determinar o afastamento preventivo do cargo e a abertura do processo disciplinar para apurar o caso.

O resultado do procedimento pode levar à demissão do ex-parlamentar do quadro da corporação.

Créditos: Gazeta do Povo

Foto: Zoltan Mathe/EFE/EPA

Últimas Notícias

Pai de Vorcaro pede a Fachin que destrave processo e reveja prisão preventiva

O caso Master era relatado pelo ministro André Mendonça, mas Fachin encaminhou o processo à presidência da Corte diante da crise interna no STF, paralisando a tramitação

Após gerar R$ 3,5 bilhões em performance fiscal para transportadoras, Rumo Brasil mira triplicar sua carteira de clientes e dobrar o faturamento em 2026

Companhia, que atende oito das dez maiores empresas do agronegócio do país, ampliou a atuação para apoiar na adaptação à Reforma Tributária

Primavera dos Museus movimenta espaços culturais de Cascavel

Programação "Museus para Todas as Pessoas" reúne acessibilidade, música, cinema, dança e memória

Siga nos

Leia também

O caso Master era relatado pelo ministro André Mendonça, mas Fachin encaminhou o processo à presidência da Corte diante da crise interna no STF, paralisando a tramitação

Companhia, que atende oito das dez maiores empresas do agronegócio do país, ampliou a atuação para apoiar na adaptação à Reforma Tributária

Programação "Museus para Todas as Pessoas" reúne acessibilidade, música, cinema, dança e memória

O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual

A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes

O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023

A manifestação foi uma reação à sessão extraordinária que terminou sem uma definição sobre investigar ou não o ministro Alexandre de Moraes

Rolar para cima

Inscrição feita com sucesso!