- Inicio
- Notícias Mundo - Últimas Notícias
- França ordena que hospitais se preparem para cenário de guerra na Europa até março de 2026
Notícias Mundo
França ordena que hospitais se preparem para cenário de guerra na Europa até março de 2026
O documento, revelado pelo jornal Le Canard Enchaîné, e veiculado por jornais como Le Figaro e o portal Euronews, prevê que até março de 2026 a rede hospitalar francesa esteja adaptada para um possível “engajamento maior” em solo europeu
Gazeta do Povo
5 de setembro de 2025
- Inicio
- Notícias Mundo - Últimas Notícias
- França ordena que hospitais se preparem para cenário de guerra na Europa até março de 2026
Notícias Mundo
França ordena que hospitais se preparem para cenário de guerra na Europa até março de 2026
O documento, revelado pelo jornal Le Canard Enchaîné, e veiculado por jornais como Le Figaro e o portal Euronews, prevê que até março de 2026 a rede hospitalar francesa esteja adaptada para um possível “engajamento maior” em solo europeu
Gazeta do Povo
5 de setembro de 2025
O Ministério da Saúde da França enviou em 18 de julho uma carta às agências regionais de saúde determinando que hospitais estejam prontos para atender milhares de soldados feridos em caso de conflito armado de grande escala.
O documento, revelado pelo jornal Le Canard Enchaîné, e veiculado por jornais como Le Figaro e o portal Euronews, prevê que até março de 2026 a rede hospitalar francesa esteja adaptada para um possível “engajamento maior” em solo europeu.
As instruções, segundo a informação do Le Canard Enchaîné, partem de um plano elaborado em conjunto com o Ministério da Defesa e o Secretariado-Geral de Defesa e Segurança Nacional. Segundo os documentos, hospitais civis deverão se preparar para receber entre 10 mil e 50 mil soldados em períodos de 10 a 180 dias. Além disso, centros médicos especiais seriam instalados próximos a estações de trem, rodoviárias, portos e aeroportos para permitir o transporte de combatentes estrangeiros de volta a seus países de origem.
O Le Figaro destacou que o documento também prevê treinamentos para preparar equipes médicas para lidar com restrições típicas de um “tempo de guerra”, como escassez de recursos e aumento da demanda. Profissionais de saúde civis podem ser convocados a integrar o Serviço de Saúde das Forças Armadas, com ênfase no tratamento de traumas de combate, reabilitação física e transtornos pós-traumáticos.
Segundo a Euronews, a ministra da Saúde francesa, Catherine Vautrin, não negou a existência da carta e justificou as medidas como parte de uma política preventiva.
“É absolutamente normal que o país antecipe as crises e suas consequências. Isso faz parte da responsabilidade das administrações centrais”, disse em entrevista à BFMTV. Vautrin citou ainda a pandemia de COVID-19 como exemplo do impacto que a falta de planejamento pode gerar.
Um porta-voz do governo declarou à Euronews que cabe ao ministério se preparar para uma ampla gama de riscos que podem afetar o sistema de saúde, desde epidemias e crises ambientais até “ameaças maliciosas”. Apesar disso, a divulgação do plano provocou inquietação na opinião pública francesa, pois reforça a percepção de que Paris se prepara para ser retaguarda em caso de escalada militar na Europa.
Segundo o Canard Enchaîné, em cenários de pico a rede hospitalar poderia ter que receber até 250 pacientes militares por dia durante três dias consecutivos. As instruções reforçam que os hospitais devem estar atentos aos limites da capacidade nacional e coordenar esforços com as forças armadas em caso de “conflito de alta intensidade”.
Créditos: Gazeta do Povo
Foto: LUDOVIC MARIN/EFE/EPA/POOL MAXPPP OUT
Últimas Notícias
“De dia mostra a bandeira nacional e de noite vai ficar de quatro para os EUA”, diz Lula sobre irmãos Bolsonaro
Durante um comício em Ceilândia, no Distrito Federal, o petista afirmou que o Brasil “não comporta político vira-lata” e acusou os dois irmãos de buscar apoio dos Estados Unidos contra o país
Pai de Vorcaro pede a Fachin que destrave processo e reveja prisão preventiva
O caso Master era relatado pelo ministro André Mendonça, mas Fachin encaminhou o processo à presidência da Corte diante da crise interna no STF, paralisando a tramitação
Após gerar R$ 3,5 bilhões em performance fiscal para transportadoras, Rumo Brasil mira triplicar sua carteira de clientes e dobrar o faturamento em 2026
Companhia, que atende oito das dez maiores empresas do agronegócio do país, ampliou a atuação para apoiar na adaptação à Reforma Tributária
Siga nos
Leia também
Durante um comício em Ceilândia, no Distrito Federal, o petista afirmou que o Brasil “não comporta político vira-lata” e acusou os dois irmãos de buscar apoio dos Estados Unidos contra o país
O caso Master era relatado pelo ministro André Mendonça, mas Fachin encaminhou o processo à presidência da Corte diante da crise interna no STF, paralisando a tramitação
Companhia, que atende oito das dez maiores empresas do agronegócio do país, ampliou a atuação para apoiar na adaptação à Reforma Tributária
Programação "Museus para Todas as Pessoas" reúne acessibilidade, música, cinema, dança e memória
O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual
A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes
O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023