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Jornalista defende produção de material acusado de ser apócrifo em Cascavel
O autor explicou que ele foi o responsável pela produção do material, que, segundo ele, não deve ser classificado como apócrifo, pois consistia em uma reedição de algumas notícias
Gilson Pessoa/ Estúdio News
26 de setembro de 2024
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Estúdio News
Jornalista defende produção de material acusado de ser apócrifo em Cascavel
O autor explicou que ele foi o responsável pela produção do material, que, segundo ele, não deve ser classificado como apócrifo, pois consistia em uma reedição de algumas notícias
Gilson Pessoa/ Estúdio News
26 de setembro de 2024
Na quarta-feira, 25, noticiamos que o advogado Armando de Souza, especialista em direito eleitoral e criminal, acompanhou o candidato a prefeito de Cascavel, Renato Silva, e seu vice, Henrique Mecabo, da coligação Cascavel Unida e Pra Frente. Eles se dirigiram à Delegacia da Polícia Federal, durante o horário de almoço na terça-feira, para registrar uma queixa-crime sobre a distribuição de suposto material apócrifo. Segundo a coligação, esse material ataca, ofende e difama Renato Silva, sua família e o atual prefeito, Leonaldo Paranhos.
Em declaração à imprensa, o advogado da coligação afirmou que, em uma investigação interna, foi descoberto que o jornal mencionado não existia, pois não foi encontrado um CNPJ ativo. Além disso, a consulta ao registro do jornalista junto ao Sindicato Nacional de Jornalistas revelou que a DRT não correspondia à assinatura.
Após apresentar a denúncia aos ouvintes, conseguimos localizar o jornalista cuja assinatura estava presente no material. Luiz Carlos Lopes é o responsável pela assinatura, e, segundo a coligação, o material foi distribuído clandestinamente durante a madrugada. Após percorrermos vários endereços na cidade, encontramos Luiz Carlos e conversamos com ele para esclarecer se realmente havia assinado o material ou se seu nome estava sendo usado indevidamente.
Luiz Carlos Lopes contestou as alegações de que o material é apócrifo. Ele confirmou que sua assinatura e DRT estão, de fato, no jornal e afirmou ser um jornalista formado na cidade. Luiz explicou que ele foi o responsável pela produção do material, que, segundo ele, não deve ser classificado como apócrifo, pois consistia em uma reedição de algumas notícias.

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