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Lula está “velho, decrépito, senil” e “não tem projeto de país”, diz senador sobre 2026

A declaração foi dada durante participação do parlamentar em um evento promovido pelo grupo Esfera Brasil, em São Paulo, na noite da segunda-feira (10)

Gazeta do Povo

12 de março de 2025

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Lula está “velho, decrépito, senil” e “não tem projeto de país”, diz senador sobre 2026

A declaração foi dada durante participação do parlamentar em um evento promovido pelo grupo Esfera Brasil, em São Paulo, na noite da segunda-feira (10)

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12 de março de 2025

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O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, disse que o presidente Lula (PT) está “velho, decrépito e, senil” e o seu governo “não tem projeto de país”. A declaração foi dada durante participação do parlamentar em um evento promovido pelo grupo Esfera Brasil, em São Paulo, na noite da segunda-feira (10).

“Enquanto a direita tem um bocado de alternativas [para as eleições de 2026], a esquerda só tem um candidato, que está velho, decrépito e senil […] Parece um cacto lá do Ceará, não nasce nada ao redor”, afirmou o senador.

Para Marinho, o governo Lula não tem projeto de país, mas de perpetuação de poder. “E vale tudo para isso, inclusive quebrar o país. A visão que o Lula tem do Brasil é uma coisa que eu repugno. A forma como ele encara a nossa economia está na contramão do que eu acho que é razoável”, afirmou.

O senador ainda teceu críticas aos ministros Carlos Lupi (Previdência) e Luiz Marinho (Trabalho).

“Como nos acusam de terraplanistas, eu acho que terraplanista é o ministro da Previdência, que disse que não há déficit previdenciário, e o ministro do Trabalho, que afirma que é necessário colocar todo mundo de aplicativo em um sindicato”, declarou.

Candidatura de Bolsonaro

De acordo com Marinho, mesmo inelegível, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deverá registrar candidatura para presidente em 2026, como fez o presidente Lula em 2018.

“Nós temos três planos: Jair, Messias e Bolsonaro. Na hora em que for pedido o registro da candidatura do presidente Bolsonaro, eu não acredito que o tribunal [TSE] vá negar. Não acredito na inelegibilidade. É uma forçação de barra gigantesca”, disse.

Ao falar sobre Bolsonaro, Marinho definiu o ex-presidente como um “fenômeno sociológico”.

“O povo conhece o Bolsonaro. O que o homem comum quer? Ele quer, com suor do rosto, prover o sustento da família. Ele não quer esmola. E essa visão é vocalizada pela direita”, afirmou.

Créditos: Gazeta do Povo

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

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