- Inicio
- Notícias Brasil - Política - Últimas Notícias
- Lula reafirma críticas a Trump e à ONU após encontro com primeiro-ministro da Índia
Notícias Brasil
Lula reafirma críticas a Trump e à ONU após encontro com primeiro-ministro da Índia
As críticas foram feitas após uma reunião bilateral que teve com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, no Palácio da Alvorada, em Brasília, em que reafirmaram a campanha para fazerem parte do Conselho de Segurança da ONU como membros permanentes
Gazeta do Povo
8 de julho de 2025
- Inicio
- Notícias Brasil - Política - Últimas Notícias
- Lula reafirma críticas a Trump e à ONU após encontro com primeiro-ministro da Índia
Notícias Brasil
Lula reafirma críticas a Trump e à ONU após encontro com primeiro-ministro da Índia
As críticas foram feitas após uma reunião bilateral que teve com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, no Palácio da Alvorada, em Brasília, em que reafirmaram a campanha para fazerem parte do Conselho de Segurança da ONU como membros permanentes
Gazeta do Povo
8 de julho de 2025
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reafirmou nesta terça (8) as críticas que fez nos últimos dias ao seu homólogo dos Estados Unidos, Donald Trump, após o anúncio de uma possível taxação aos países do Brics por “políticas antiamericanas”, e à Organização das Nações Unidas (ONU) que, na visão dele, está enfraquecida e incapaz de interromper os atuais conflitos no mundo.
As críticas foram feitas após uma reunião bilateral que teve com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, no Palácio da Alvorada, em Brasília, em que reafirmaram a campanha para fazerem parte do Conselho de Segurança da ONU como membros permanentes.
“Queremos dizer ao mundo que somos países soberanos, não aceitamos intromissão de quem quer que seja nas nossas decisões soberanas, no jeito que nós cuidamos do nosso povo. E nós defendemos o multilateralismo porque foi o sistema que, depois da Segunda Guerra Mundial, permitiu que o mundo chegasse a um estado de harmonia que está sendo deformado hoje com o surgimento do extremismo”, disparou Lula.
Lula ainda ressaltou que o mundo não quer uma “segunda guerra fria”, e sim um “comércio livre, multilateralismo, mais democracia e mais respeito à soberania dos nossos países”.
“Não aceitamos nenhuma reclamação contra a reunião do Brics. Não concordamos quando ontem [segunda, 7] o presidente dos Estados Unidos insinuou que vai taxar os países do Brics. O que nós queremos é fazer com que os nossos países possam progredir”, disse.
A possível taxação a países que se alinhem ao Brics foi anunciada na noite de domingo (6) por Trump em resposta às críticas feitas na declaração final da cúpula, que reclamou do uso de sobretaxas para forçar negociações unilaterais e defendeu o uso de moedas locais para as transações comerciais entre os membros do bloco.
Por outro lado, Lula não comentou diretamente a defesa que Trump fez ao ex-presidente Jair Bolsonaro nesta segunda (7), ao afirmar que ele está sendo perseguido politicamente.
Brasil e Índia no Conselho de Segurança
Ainda ao lado de Modi, Lula voltou a criticar a ONU e ressaltou que o Brasil e a Índia tem um “potencial extraordinário” de participarem do Conselho de Segurança como membros permanentes.
“Não é possível mais a gente ver a ONU enfraquecida e não sendo levada em consideração, e os membros do Conselho de Segurança que deveriam primar pela paz são exatamente aqueles que mais estimulam a guerra”, disse citando conflitos no Iraque, na Líbia e na Ucrânia.
Em particular no caso da Ucrânia, Lula adotou um tom diferente do feito durante a Cúpula do Brics no domingo (6), em que poupou a Rússia de críticas pela invasão e violação da soberania. Desta vez, junto de Modi, se colocou contra a guerra no Leste europeu e moderou na crítica ao conflito entre Israel e o Hamas, em Gaza.
“O mundo não precisa de guerra. O mundo precisa de respeito, cada país tem que respeitar a extensão territorial do outro. Por isso que nós condenamos a invasão da Rússia à Ucrânia, que não concordamos com o que está acontecendo com o povo palestino, embora cada um de nós respeite a decisão do outro país”, pontuou.
Ainda no discurso após o encontro com Narendra Modi, Lula citou que foi assinado um acordo de combate ao terrorismo e ao crime organizado transnacional, a abertura de uma adidância da Polícia Federal em Nova Delhi voltada ao combate a estes delitos, a ampliação da relação com o Mercosul e a expectativa de triplicar o fluxo comercial entre os dois países no curto prazo — atualmente em US$ 12 bilhões.
Créditos: Gazeta do Povo
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Últimas Notícias
Gilmar aprofunda crise e diz que Mendonça fez ajuste prévio com Fux sobre afastamentos na PF
Segundo o ministro, a sequência registrada no sistema do STF indica que a sessão foi convocada sem que todos os ministros tivessem sido previamente informados
Lula sanciona política de minerais críticos e cria conselho com poder de veto
A proposta prevê até R$ 7 bilhões em incentivos para a industrialização e a produção de materiais de maior valor agregado com esses minerais
Filho de Fux orientou Vorcaro a enviar e-mail à secretária do pai no STF
O endereço indicado pertence ao domínio institucional do Supremo e é compatível com o nome de Patrícia Andrade Neves Pertence, chefe de gabinete de Luiz Fux no STF
Siga nos
Leia também
Segundo o ministro, a sequência registrada no sistema do STF indica que a sessão foi convocada sem que todos os ministros tivessem sido previamente informados
A proposta prevê até R$ 7 bilhões em incentivos para a industrialização e a produção de materiais de maior valor agregado com esses minerais
O endereço indicado pertence ao domínio institucional do Supremo e é compatível com o nome de Patrícia Andrade Neves Pertence, chefe de gabinete de Luiz Fux no STF
Durante um comício em Ceilândia, no Distrito Federal, o petista afirmou que o Brasil “não comporta político vira-lata” e acusou os dois irmãos de buscar apoio dos Estados Unidos contra o país
O caso Master era relatado pelo ministro André Mendonça, mas Fachin encaminhou o processo à presidência da Corte diante da crise interna no STF, paralisando a tramitação
Companhia, que atende oito das dez maiores empresas do agronegócio do país, ampliou a atuação para apoiar na adaptação à Reforma Tributária
Programação "Museus para Todas as Pessoas" reúne acessibilidade, música, cinema, dança e memória