- Inicio
- Notícias Brasil - Política - Últimas Notícias
- Oposição diz que governo transfere responsabilidade da culpa sobre aumento dos juros
Notícias Brasil
Oposição diz que governo transfere responsabilidade da culpa sobre aumento dos juros
Marinho afirmou que o governo transfere a responsabilidade a outros ao negar a necessidade de um ajuste fiscal real para controlar o crescimento da dívida pública brasileira
Gazeta do Povo
30 de janeiro de 2025
- Inicio
- Notícias Brasil - Política - Últimas Notícias
- Oposição diz que governo transfere responsabilidade da culpa sobre aumento dos juros
Notícias Brasil
Oposição diz que governo transfere responsabilidade da culpa sobre aumento dos juros
Marinho afirmou que o governo transfere a responsabilidade a outros ao negar a necessidade de um ajuste fiscal real para controlar o crescimento da dívida pública brasileira
Gazeta do Povo
30 de janeiro de 2025
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN) afirmou nesta quinta (30) que o governo não assume a sua responsabilidade sobre as causas que levaram ao aumento da taxa básica de juros desta semana e que, mesmo tendo maioria no Banco Central, ainda culpa a antiga gestão.
Marinho afirmou que o governo transfere a responsabilidade a outros ao negar a necessidade de um ajuste fiscal real para controlar o crescimento da dívida pública brasileira. Isso, diz, provoca um “ciclo vicioso que tem prejudicado os mais humildes que o PT diz que defende”.
“O governo não entende que isso é causado pela sua irresponsabilidade do ponto de vista fiscal, e fica transferindo responsabilidade. Passamos dois anos escutando a presidente do PT [Gleisi Hoffmann], o próprio presidente Lula, reclamando do Banco Central e dizendo que essa taxa de juros impedia um maior crescimento econômico. [Isso] mudou”, disse Marinho em entrevista à GloboNews.
Ele emendou lembrando que Gleisi Hoffmann chegou a acusar o ex-presidente Roberto Campos Neto de já deixar acordado que aumentaria os juros neste ano, e que teve uma postagem nas redes sociais corrigida pelos usuários.
“Ontem [quarta, 29], já teve a reunião comandada pelo [Gabriel] Galípolo e outros cinco diretores indicados pelo governo do PT, e a gente não viu mudança de narrativa. […] Ela não está entendendo que na hora que se gasta mais do que se arrecada, que não se faz o dever de casa, não se faz uma reforma administrativa consistente, não se limita supersalários, não se trabalha com os demais Poderes pra se fazer um grande pacto de diminuição dos gastos públicos, nós vamos continuar a ter essa autofagia, essa canibalização e esse ciclo vicioso que tem afetado principalmente os mais humildes que o PT diz que defende”, disparou Marinho.
O Banco Central elevou em 1 ponto percentual a taxa básica de juros nesta quarta (29), a primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do ano já sob a presidência de Galípolo, passando de 12,25% para 13,25%. Há a sinalização de mais um aumento igual na próxima reunião, em março.
O senador afirmou ainda que, nos últimos dois, até tentou ajudar o governo a aprimorar os projetos econômicos enviados ao Congresso para votação, fazendo propostas que acabaram sendo derrubadas em meio à tramitação. Ele citou, por exemplo, que apresentou mudanças para tornar o arcabouço fiscal mais exequível, mas disse ter “mordido a língua” ao ver que o cumprimento das regras durou menos do que o pouco que ele imaginava.
“Por exemplo: o governo abriu mão da responsabilização dos gestores quando ultrapassava as metas que eram definidas. Tem que ter responsabilização. […] Então fragiliza a questão da trajetória da evolução da dívida pública, que é o que tem dado essa insegurança no mercado”, pontuou.
De acordo com ele, “mais de R$ 90 bilhões foram varridos para debaixo do tapete” de gastos que não são contabilizados ou que entram na margem de tolerância da meta fiscal. Os dados consolidados de 2024 serão divulgados na tarde desta quinta (30) com previsão de rombo dentro da margem de tolerância, mas sem contabilizar gastos com a tragédia climática do Rio Grande do Sul e da forte estiagem que atingiu o país no ano passado.
“A gente tem um problema de credibilidade, em que o governo fala que vai apresentar um déficit de 0,1% do PIB, quando, na verdade, escondeu R$ 90 bilhões pela série de alterações feitas no arcabouço, que é uma lei extremamente recente”, afirmou.
Créditos: Gazeta do Povo
Últimas Notícias
Pai de Vorcaro pede a Fachin que destrave processo e reveja prisão preventiva
O caso Master era relatado pelo ministro André Mendonça, mas Fachin encaminhou o processo à presidência da Corte diante da crise interna no STF, paralisando a tramitação
Após gerar R$ 3,5 bilhões em performance fiscal para transportadoras, Rumo Brasil mira triplicar sua carteira de clientes e dobrar o faturamento em 2026
Companhia, que atende oito das dez maiores empresas do agronegócio do país, ampliou a atuação para apoiar na adaptação à Reforma Tributária
Primavera dos Museus movimenta espaços culturais de Cascavel
Programação "Museus para Todas as Pessoas" reúne acessibilidade, música, cinema, dança e memória
Siga nos
Leia também
O caso Master era relatado pelo ministro André Mendonça, mas Fachin encaminhou o processo à presidência da Corte diante da crise interna no STF, paralisando a tramitação
Companhia, que atende oito das dez maiores empresas do agronegócio do país, ampliou a atuação para apoiar na adaptação à Reforma Tributária
Programação "Museus para Todas as Pessoas" reúne acessibilidade, música, cinema, dança e memória
O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual
A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes
O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023
A manifestação foi uma reação à sessão extraordinária que terminou sem uma definição sobre investigar ou não o ministro Alexandre de Moraes