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Paraná Trifásico é reconhecido em congresso de energia preparatório para a COP30

Implantado pela Copel, trata-se do maior programa de modernização da rede elétrica rural do Brasil. Até o fim deste ano serão mais de 25 mil km de redes trifásicas implantadas em todo o Estado. Ao longo de cinco anos, a soma dos investimentos no programa chega a R$ 3 bilhões

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25 de setembro de 2025

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Paraná Trifásico é reconhecido em congresso de energia preparatório para a COP30

Implantado pela Copel, trata-se do maior programa de modernização da rede elétrica rural do Brasil. Até o fim deste ano serão mais de 25 mil km de redes trifásicas implantadas em todo o Estado. Ao longo de cinco anos, a soma dos investimentos no programa chega a R$ 3 bilhões

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O Paraná Trifásico, maior programa de modernização da rede elétrica rural do Brasil, foi destaque entre 15 projetos de todo o País no 1º Congresso Brasileiro de Minas e Energia (CBME 2025), nesta semana, em Brasília. O programa da Copel foi destacado na área de infraestrutura de distribuição elétrica no meio rural.

“O Paraná Trifásico é um importante suporte à agroindústria e aos produtores rurais como um todo, dínamo da nossa economia. É um programa de grande relevância que apoia o desenvolvimento local e regional por meio da energia potente e de qualidade”, afirma o superintendente de Gestão Empresarial da Copel Distribuição, Diego Augusto Correa, que representou a empresa no congresso.

O evento reuniu o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, o superintendente-geral de Gestão Energética (Supen) do Estado do Paraná, Sandro Nelson Vieira, e autoridades governamentais, setor produtivo e sociedade civil.

“Esse reconhecimento mostra o esforço e a estratégia do Governo do Estado na resiliência dos seus sistemas de fornecimento de energia elétrica que promovem o desenvolvimento, principalmente na área rural de um Estado que é tido como o supermercado do mundo na produção agropecuária”, disse o superintendente da Supen, vinculada à Secretaria de Estado do Planejamento.

ESTRATÉGICO – Em sua primeira edição, o congresso, realizado nesta segunda (22) e terça-feira (23), na sede do Ministério de Minas e Energia (MME), foi um espaço estratégico para articulação entre governos, o setor produtivo e a sociedade para a promoção de políticas públicas integradas dos setores da energia e mineração e construção de sugestões à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que acontecerá em novembro, em Belém, no Pará.

Para Diego Augusto Correa, ao levar a energia trifásica a todo o Estado, o programa cumpre importante papel estratégico. “O investimento da Copel no Paraná Trifásico está profundamente alinhado ao desenvolvimento do Estado, que tem batido recordes consecutivos de crescimento da economia”, afirmou Correa.

No CBME 2025, foram destacados como objetivos debater estratégias para o petróleo, gás e energia na transição energética; discutir mineração responsável como vetor de desenvolvimento; valorizar o papel dos estados na governança nacional; identificar desafios do setor; propor melhorias para o ambiente de negócios e preparar propostas para a COP 30.

PORTA ABERTA À TECNOLOGIA – A troca das redes monofásicas por trifásicas, promovida pela Copel, é porta de entrada às novas tecnologias e a garantia de uma rede elétrica mais potente e estável aos produtores rurais paranaenses. Até o fim deste ano serão mais de 25 mil km de redes trifásicas implantadas em todo o Estado. Ao longo de cinco anos, a soma dos investimentos no Programa chega a R$ 3 bilhões.

Uma vez instalada a rede trifásica na região, o cliente que deseja se conectar à nova rede deve padronizar a entrada de serviço de energia da sua propriedade à nova carga e ajustar as instalações. São serviços que devem ser feitos por um técnico habilitado, conforme as normas vigentes e o projeto elétrico.

OUTROS PROJETOS – Também apresentaram projetos relacionados à energia e mineração os seguintes estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraíba, Maranhão, Piauí, Sergipe, Pernambuco, Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Amapá e Bahia.

O CBME teve o apoio do Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Minas e Energia (FNSME), do Ministério de Minas e Energia e de diversas instituições públicas e privadas do setor, em nível federal e estaduais.

Créditos: AEN

Foto: Copel

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