Notícias Mundo

Representantes de EUA e Ucrânia se reúnem na Flórida para debater acordo de paz

Autoridades diplomáticas dos Estados Unidos e da Ucrânia reuniram-se neste domingo (30) para debater um plano de cessar-fogo para o conflito entre russos e ucranianos e garantir um futuro estável para Kiev

Gazeta do Povo

1 de dezembro de 2025

Facebook
WhatsApp
Telegram

Notícias Mundo

Representantes de EUA e Ucrânia se reúnem na Flórida para debater acordo de paz

Autoridades diplomáticas dos Estados Unidos e da Ucrânia reuniram-se neste domingo (30) para debater um plano de cessar-fogo para o conflito entre russos e ucranianos e garantir um futuro estável para Kiev

Gazeta do Povo

1 de dezembro de 2025

WhatsApp
Facebook

Autoridades diplomáticas dos Estados Unidos e da Ucrânia reuniram-se neste domingo (30) para debater um plano de cessar-fogo para o conflito entre russos e ucranianos e garantir um futuro estável para Kiev. O encontro aconteceu em Hallandale Beach, no sul da Flórida.

“Queremos ver o fim da morte e do sofrimento”, disse o chefe da diplomacia americana, o secretário de Estado Marco Rubio, antes de enfatizar que a paz deve garantir que a Ucrânia seja “soberana e independente” e que o país possa alcançar “uma verdadeira prosperidade”.

Além de Rubio, participaram pelo lado dos Estados Unidos o enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff, e Jared Kushner, assessor e genro do presidente Donald Trump, que formam o núcleo da equipe designada pela Casa Branca para avançar nas negociações e preparar os próximos contatos com Moscou.

Em breve entrevista coletiva antes do início da reunião, o secretário de Estado insistiu que um acordo duradouro deve impedir que a Ucrânia “volte a enfrentar outra agressão” e destacou que o país “tem um enorme potencial econômico” que só poderá ser desenvolvido após o fim do conflito.

Por sua vez, a delegação ucraniana foi liderada pelo secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional, Rustem Umerov, acompanhado pelo primeiro vice-ministro das Relações Exteriores, Sergiy Kyslytsya.

Umerov agradeceu o papel dos Estados Unidos no processo de negociação e, dirigindo-se “ao povo americano e à sua liderança”, comemorou que Kiev tenha trabalhado com Washington “nos últimos dez meses com grandes avanços”.

“Os Estados Unidos nos ouvem, nos apoiam e trabalham ao nosso lado”, disse o funcionário ucraniano, reiterando seu reconhecimento ao que descreveu como a “equipe extraordinária” da Casa Branca. Nesse sentido, ele se mostrou convencido de que será possível alcançar “uma reunião produtiva e bem-sucedida” que permita continuar avançando em direção a um acordo.

Tópicos abordados

Entre os temas centrais, o funcionário ucraniano mencionou o quadro de segurança futura na Ucrânia, a prevenção de novas agressões estrangeiras, a prosperidade econômica e a reconstrução do país.

A reunião na Flórida ocorre após os contatos realizados na semana passada em Genebra, em um contexto em que a Rússia intensificou seus ataques contra infraestruturas energéticas ucranianas e alvos civis. A Ucrânia respondeu com ataques a refinarias russas e navios ligados à chamada “frota sombra” no mar Negro.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou no sábado a chegada de sua delegação aos EUA e destacou seu desejo de manter uma reunião direta com Trump. No entanto, o presidente americano advertiu que não receberá Zelensky na Casa Branca até que haja um acordo concreto “sobre a mesa”.

O processo de negociação evoluiu de um plano inicial de 28 pontos elaborado pela Casa Branca — sem a participação de Kiev nem de seus aliados — para uma proposta de 19 pontos surgida após as conversas em Genebra, mais alinhada com os interesses ucranianos e europeus. A Rússia, no entanto, acusou ambas as partes de tentar “minar” o processo.

Witkoff viajará na semana que vem a Moscou para apresentar os avanços ao presidente Vladimir Putin, em um encontro no qual poderá estar acompanhado por Kushner. Autoridades americanas afirmam que restam apenas “alguns pontos de desacordo” antes de se poder fechar um acordo preliminar de paz.

Créditos: Gazeta do Povo

Foto: EFE/EPA/MAXYM MARUSENKO

Últimas Notícias

Associações de magistrados rebatem declaração de Dino sobre o Judiciário

O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual

Cármen Lúcia lamenta descrença nas instituições em meio à crise no STF

A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes

Lula tenta se distanciar de crise com Moraes e diz que não o indicou à Corte

O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023

Siga nos

Leia também

O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual

A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes

O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023

A manifestação foi uma reação à sessão extraordinária que terminou sem uma definição sobre investigar ou não o ministro Alexandre de Moraes

Em outra postagem Lula escolheu a imagem de um cemitério durante a pandemia e em outra, uma fila de pessoas em uma agência de emprego, com duas fotografias de Bolsonaro para vincular os assuntos

Segundo informações da agência EFE, a missão avaliou a situação dos direitos humanos no país desde a captura do ditador Nicolás Maduro em uma operação militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro. Ele foi substituído pela ditadora interina Delcy Rodríguez, aliada do governo Donald Trump

No início do mês, Milei anunciou sanções a empresas que explorarem recursos naturais nas Ilhas Malvinas, além da construção de uma base naval integrada na província da Terra do Fogo para aumentar a pressão militar de Buenos Aires nessa disputa

Rolar para cima

Inscrição feita com sucesso!