- Inicio
- Notícias Brasil - Política - Últimas Notícias
- Sobrinho de Dilma entra com ação para Bolsonaro perder direitos de ex-presidente
Notícias Brasil
Sobrinho de Dilma entra com ação para Bolsonaro perder direitos de ex-presidente
De acordo com Rousseff, gastos com assessoria e segurança representariam “quase R$ 2 milhões” anuais aos cofres públicos
Gazeta do Povo
2 de dezembro de 2025
- Inicio
- Notícias Brasil - Política - Últimas Notícias
- Sobrinho de Dilma entra com ação para Bolsonaro perder direitos de ex-presidente
Notícias Brasil
Sobrinho de Dilma entra com ação para Bolsonaro perder direitos de ex-presidente
De acordo com Rousseff, gastos com assessoria e segurança representariam “quase R$ 2 milhões” anuais aos cofres públicos
Gazeta do Povo
2 de dezembro de 2025
Sobrinho-neto de Dilma, o vereador de Belo Horizonte Pedro Rousseff (PT) disse ter entrado nesta segunda-feira (1º) com uma ação na Justiça Federal da capital mineira para que sejam retirados direitos que Jair Bolsonaro tem por ser ex-presidente. De acordo com Rousseff, gastos com assessoria e segurança representariam “quase R$ 2 milhões” anuais aos cofres públicos.
“Vamos acabar com a mamata do Bolsonaro, assessor, carro, viagem, a ‘pXt%ria’ toda que vai acabar agora”, disse o vereador.
Ele justifica a prisão como único motivo para a perda dos benefícios. Como está preso na superintendência da Polícia Federal, em Brasília, Bolsonaro não precisaria de mais nada, para Rousseff. Uma das apostas eleitorais do PT para o ano que vem, Rousseff pede para que seu público “sente o dedo” no compartilhamento, e prossegue:
“Quem atenta contra a democracia brasileira não tem que ter benefício nenhum, o único benefício é a jaula”, disse.
A agressividade do jovem petista em suas redes sociais é conhecida e “calculada”. Ele usa as plataformas para se comunicar em um nível que dialogue com o eleitorado.
Créditos: Gazeta do Povo
Foto: Ricardo Stuckert / Presidência da República
Últimas Notícias
Associações de magistrados rebatem declaração de Dino sobre o Judiciário
O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual
Cármen Lúcia lamenta descrença nas instituições em meio à crise no STF
A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes
Lula tenta se distanciar de crise com Moraes e diz que não o indicou à Corte
O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023
Siga nos
Leia também
O ministro afirmou que o Judiciário vive seu momento mais corrupto, gerando reações das entidades que defendem a integridade da categoria e criticam a generalização de casos que deveriam ser tratados de forma individual
A fala ocorre um dia depois de Cármen Lúcia pedir desculpas ao povo brasileiro durante o julgamento realizado pelo STF na terça-feira (15). A sessão terminou sem uma conclusão sobre o relatório que aponta uma relação entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes
O petista disse que Flávio tenta relacioná-lo ao ministro e afirmou que a reação contra Moraes estaria ligada à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e às decisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro de 2023
A manifestação foi uma reação à sessão extraordinária que terminou sem uma definição sobre investigar ou não o ministro Alexandre de Moraes
Em outra postagem Lula escolheu a imagem de um cemitério durante a pandemia e em outra, uma fila de pessoas em uma agência de emprego, com duas fotografias de Bolsonaro para vincular os assuntos
Segundo informações da agência EFE, a missão avaliou a situação dos direitos humanos no país desde a captura do ditador Nicolás Maduro em uma operação militar dos Estados Unidos em 3 de janeiro. Ele foi substituído pela ditadora interina Delcy Rodríguez, aliada do governo Donald Trump
No início do mês, Milei anunciou sanções a empresas que explorarem recursos naturais nas Ilhas Malvinas, além da construção de uma base naval integrada na província da Terra do Fogo para aumentar a pressão militar de Buenos Aires nessa disputa