Política
A criação ocorre dias depois do fim da eleição presidencial brasileira em que partidos alegaram benefícios das big techs, como a Meta, a determinadas campanhas
O histórico mostra que houve um bate-volta: a aeronave pousou no Aeroporto do Galeão às 13h09 e saiu em direção à capital argentina pouco mais de três horas depois, voltando ao Aeroparque Jorge Newbery
Derrotado nas eleições presidenciais, o parlamentar havia anunciado que organizaria a oposição ao governo, mas deixou o país após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a entrega de seus passaportes e proibir sua saída do território nacional
O Supremo Tribunal Federal (STF) veio a público para negar que exista ou tenha sido cumprido um mandado de busca e apreensão pela Polícia Federal (PF) contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ou endereços ligados a ele
Flávio Bolsonaro estava em um avião executivo que partiu da cidade argentina de Puerto Iguazu na noite de terça-feira (27) após seus aliados terem realizado uma operação de contrainteligência ao longo do dia, em que afirmavam que ele já tinha partido para os Estados Unidos
Segundo informações da emissora Todo Noticias, reproduzidas pelo jornal Clarín, pouco depois das 23 horas desta terça-feira, duas vans cruzaram a fronteira em Puerto Iguazú, cidade em Misiones vizinha de Foz do Iguaçu
A medida, baseada em um inquérito sigiloso da Polícia Federal sobre lavagem de dinheiro, gerou críticas de juristas e aliados políticos, que questionam a rapidez e a fundamentação da decisão
O encontro ocorreu no mesmo dia em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deixou o Brasil rumo aos Estados Unidos, dois dias após perder a eleição para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Nesta segunda (26), Moraes deu 24 horas para o senador entregar seus passaportes e o proibiu de deixar o país, o que não ocorreu. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é investigado junto com seu amigo, o advogado Willer Tomaz, por suposta lavagem de dinheiro
O líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (SC), afirmou que a iniciativa visa ampliar a governabilidade do quarto mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e avançar com as pautas defendidas pelos partidos da federação