Notícias Brasil

PL recusou apoio de advogados de direita à fiscalização eleitoral

A declaração ocorre logo após o presidente Lula (PT) ser reeleito para seu quarto mandato enquanto o adversário, Flávio Bolsonaro (PL), questiona a extensão do período de votações pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin

Gazeta do Povo

26 de outubro de 2026

Facebook
WhatsApp
Telegram

Notícias Brasil

PL recusou apoio de advogados de direita à fiscalização eleitoral

A declaração ocorre logo após o presidente Lula (PT) ser reeleito para seu quarto mandato enquanto o adversário, Flávio Bolsonaro (PL), questiona a extensão do período de votações pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin

Gazeta do Povo

26 de outubro de 2026

WhatsApp
Facebook

O PL recusou a ajuda do movimento Advogados de Direita Brasil para fiscalizar as eleições. O grupo falou do caso na manhã desta segunda-feira (26), após uma cobrança pública nas redes sociais. A declaração ocorre logo após o presidente Lula (PT) ser reeleito para seu quarto mandato enquanto o adversário, Flávio Bolsonaro (PL), questiona a extensão do período de votações pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin.

“Permanecemos em silêncio até aqui, mas não podemos ignorar que oferecemos apoio jurídico, organização e fiscalização preventiva, e que essa oportunidade foi rejeitada por quem deveria ser um dos maiores interessados na transparência do processo eleitoral”, diz a manifestação.

Segundo a advogada Flávia Ferronato, o projeto “Fiscais do Mito” existe desde 2018. Mesmo assim, há cerca de dez dias do segundo turno, o movimento já afirmava que não recebeu autorização do PL para atuar em seu nome na fiscalização. O próprio partido respondeu a esta postagem divulgando sua plataforma própria “Fiscais do PL”, em que voluntários se cadastram individualmente para acompanhar os trabalhos.

A presidente da entidade, Géssica Araújo, afirmou à Gazeta do Povo que o PL chegou a reestruturar o site após o envio de sugestões, mas isso apenas dois ou três dias antes do segundo turno.

A proposta original, porém, seria diferente: uma área específica para o acompanhamento por advogados. A aprovação seria feita pelo movimento, que coordenaria os trabalhos de forma regionalizada. Ainda estava previsto um treinamento e a elaboração de um manual de fiscalização. Todo o desenho, de acordo com ela, já teria sido testado.

O PL, porém, teria afirmado que a ideia geraria problemas na prestação de contas. Após o redirecionamento para a solução própria, o movimento alegou que os voluntários não teriam o treinamento necessário. Queria, com isso, usar os escritórios locais do partido para realizar esses treinamentos, o que não ocorreu.

Flávio não reconhece derrota

O segundo turno terminou com questionamentos por parte da campanha de Flávio. Pesou para o não reconhecimento do resultado a decisão de Zanin de prorrogar a votação das 17h para as 19h. A decisão ocorreu minutos após o horário oficial de encerramento das seções. Com isso, o ministro determinou que as urnas já fechadas permanecessem desta forma, e que apenas as ainda abertas prosseguissem com a votação por mais duas horas.

Tanto o PT quanto o PL pediram a prorrogação em algumas cidades no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Apenas o partido de Lula, porém, foi ao Supremo. O caso foi sorteado ao ministro que, antes de ser nomeado, era advogado pessoal do presidente, atuando na anulação de suas condenações pela operação Lava Jato. Zanin decidiu atender à última versão da solicitação do PT: a prorrogação em todo o território nacional.

Flávio Bolsonaro não reconheceu o resultado e disse que pedirá a anulação da votação.

A Gazeta do Povo entrou em contato com a campanha de Flávio Bolsonaro e com o PL. O espaço segue-aberto para manifestação.

Créditos: Gazeta do Povo

Foto: Andre Borges/EFE

Últimas Notícias

Extensão do horário de votação teve 35 mil votos entre 17h e 19h, aponta levantamento

A votação foi prorrogada por decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido das candidaturas do PT e PL e autorizou o funcionamento das seções eleitorais ainda abertas até as 19h

PL recusou apoio de advogados de direita à fiscalização eleitoral

A declaração ocorre logo após o presidente Lula (PT) ser reeleito para seu quarto mandato enquanto o adversário, Flávio Bolsonaro (PL), questiona a extensão do período de votações pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin

Israel lembra acusações de genocídio feitas por Lula e diz que ele age contra o país

O chanceler fez os comentários no X em resposta a um post do ex-premiê Yair Lapid, líder do partido oposicionista Yesh Atid, que afirmou que “mais dois aliados de Netanyahu foram derrotados em eleições nesta noite, devido a uma alta taxa de comparecimento às urnas e a um povo com orgulho nacional que não estava disposto a aceitar imposições externas”

Siga nos

Leia também

A votação foi prorrogada por decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido das candidaturas do PT e PL e autorizou o funcionamento das seções eleitorais ainda abertas até as 19h

O chanceler fez os comentários no X em resposta a um post do ex-premiê Yair Lapid, líder do partido oposicionista Yesh Atid, que afirmou que “mais dois aliados de Netanyahu foram derrotados em eleições nesta noite, devido a uma alta taxa de comparecimento às urnas e a um povo com orgulho nacional que não estava disposto a aceitar imposições externas”

Segundo o petista, as plataformas digitais tentaram interferir no resultado eleitoral e precisam responder por crimes cometidos na internet

Na notícia, o órgão chamou Flávio de "candidato não eleito" e disse expressamente que "a afirmação é falsa". Detalhou que a sala-cofre não fica aberta para a visitação pública, mas todas as outras permanecem disponíveis até a divulgação dos resultados

Com a direita fortalecida no Congresso, o petista precisará negociar com partidos do Centrão e buscar apoio além de sua base para aprovar propostas econômicas e avançar em sua agenda política

A performance, que ainda teve a presença de Akira Takasaki, guitarrista do Loudness, aconteceu neste domingo, 25, no Pia Arena MM em Yokohama, Japão

De Luca, crítico do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que durante a campanha manifestou apoio a Flávio Bolsonaro (PL), falou especialmente sobre a determinação do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de prorrogar o horário da votação até as 19 horas de Brasília

Rolar para cima

Inscrição feita com sucesso!